terça-feira, 29 de julho de 2014

Meninas sem inocência

Quando era uma menina, tinha uma amiguinha que morava na rua de trás da minha, seu nome era Evelyn, nós duas estudávamos na mesma escola, mas não na mesma sala.
Evelym era uma magrela bem morena, tinha grandes olhos pretos, uma zoiúda mesmo. Bocuda, feia e usava cabelos cortados bem curtos. Assim como eu, Evelyn, era o cão chupando manga. E passávamos muito tempo juntas brincando uma na casa da outra.

Na casa dela, descendo as escadas dos fundos do quintal tinha uma piscina de azulejos azuis, não muito grande, mas a gente passava muito tempo se divertindo naquela água.

Como éramos duas safadinhas desde cedo, nossas pequenas mentes indecentes já arquitetavam brincadeiras indecorosas, além dos escondidos beijos “de língua”, tivemos a ideia de ver os cabelinhos finíssimos da prexeca uma da outra que começava a cobrir a púbis.

Lógico que a curiosidade num ficou em apenas ver a penugem da testinha uma da outra neh!!...

Nossa brincadeira foi muito além disso, nós duas tiramos as calcinhas dos biquínis dentro da água, e inventamos a brincadeira:

Uma sentava no fundo da piscina na parte mais rasa, arreganhando as pernas o máximo possível e abria os grandes lábios com os dedos, pra outra mergulhar e dar um beijo demorado de língua no grelo, a gente ia se revezando pra ver quem conseguia ficar mais tempo submersa beijando a xota da outra. 

A boca de Evelyn na minha xota “lambendo” meu grelo dava muito tesão, como dava!! Minha nossa!!... a gente ainda não tinha orgasmo, muito menos sabia oque estava sentindo ou mesmo oque fazíamos, era uma coisa meio desnorteada com a boca, com a língua na prexeca debaixo d’água, mas muito gostoso, uma delícia!!...eu ficava extremamente excitada, não gozava naquela idade... mas a safadeza já me dominava.

Então fazíamos isso por alguns minutos, mas algumas vezes durante o dia, estávamos viciadas naquilo, nossos olhares desejosos se cruzavam e a gente ficava doidinha pra recomeçar a prazerosa brincadeira e sentir mais daquilo delicioso que dava na bucetinha.

Quando a gente saia da piscina ia direto pro banho, e lá a brincadeira continuava com a gente de pé, esfregando uma pepeca na outra, enquanto se beijava e chupava os peitinhos que despontavam lindos...era delicioso que a gente sentia... 

Depois abríamos as pernas e uma alisava a xereca da outra, afundando os dedos e massageando a bucetinha toda, e quando dava tempo a gente que estava de pé, se abaixava, e do jeito que dava e abria a xoxotinha da outra, pra “beijar de língua” a perereca. Era assim que a gente falava...lembro muito bem do tesão que sentia tá!!...era gostoso demais aquilo...que tesão!!

Até que nossas brincadeiras começaram a demorar muito nos banheiros, que às vezes eram na minha casa, outras na casa de Evelyn, a gente ia pro banheiro quando não estava na piscina.

Lógico que esse entra e sai, demorados nos banheiros, acabou chamando atenção de nossas mães neh... elas desconfiaram de alguma coisa, mas nunca descobriram absolutamente nada, começaram então a nos controlar e não permitindo que entrássemos as duas juntas no banheiro, além de  nossos banhos de piscina se tornarem monitorados pela mãe de Evelyn.


Aos poucos as nossas deliciosas brincadeiras safadas foram oprimidas, Evelyn mudou de cidade e eu nunca mais a vi...mas o gosto e o desejo por bucetas permanecem em mim...apesar de preferir homens másculos e pirocudos...hehehe

-SIBILA MARKIS

Agredida e violentada por três

Estava a caminho de casa, apenas uns 10 mim de caminhada até chegada, completamente sozinha, eu seguia meu caminho exatamente no meio da rua na faixa amarela, andava e mexia nas pontas dos cabelos, com uma das mãos, com a outra segurava uma bolsinha de mão e quanto mais eu andava mais eu puxava os cabelos...

Um medo me assombrava, parecia que não estava sozinha e a impressão que tinha, era que havia alguém me observando, me seguindo, olhava pra trás e num via nada, pros lados e nada, mas sentia uma presença macabra, assustadora que me obrigava andar cada vez mais rápido.

Estava quase correndo, tive medo de não ter pernas pra completar a caminhada e chegar à casa bem.

Ai meu deus!! Por que que eu não esperei uma carona para ir embora? Que arrependimento! meu bairro era tranquilo, mas nunca se sabe, uma mocinha de 18 anos andando sozinha pela rua deserta é muito arriscado, ainda mais eu, uma baixinha e delicada.

Uma pequena como eu, sozinha, indefesa e totalmente vulnerável a um tarado qualquer. Não que eu não gostasse de um taradinho gostoso, mas entre querer o tarado e não querer o tarado é muito diferente.

Definitivamente eu não estava disposta a ser agarrada por nenhum homem que eu não desejasse muito. Credo!!! Que pensamentos horrorosos!! Achei melhor parar de pensar absurdos, pois acredito que o pensamento tem força pra atrair coisas, sejam elas boas ou não e naquele momento eu só pensava merda.

Veio na minha direção um automóvel grande, parecido com uma van, com os faróis acesos muito forte incidindo diretamente em meus olhos, saí do meio da rua pra não ser atropelada ao, mesmo tempo que desviava o olhar da luz ofuscante.

Quando o automóvel se aproximou, reduziu a velocidade, mas não me importei, apenas segui o meu caminho, afinal a impressão de estar sendo seguida era por alguém que andava a pé, e aquele veículo poderia me servir de socorro se fosse o caso.

Porém, o que eu não esperava é que desse transporte, que num tenho conhecimento do qual seria, saíram dois indivíduos muito grandes, muito altos, extremamente fortes, enormes e me agarraram, tentei gritar, mas tive a boca tapada, tentei espernear, mas fui erguida do chão, esmagada e sufocada com tanta força que perdi o ar, as forças, os sentidos.

Quando recuperei a lucidez, estava sozinha num ambiente amplo e estranho tipo um galpão muito limpo, muito iluminado, e com cheiro ruim, ardido, não observei se haviam janelas, mas havia uma porta grande de entrada e fazia muito frio, muito frio.

Estava apavoradíssima, em pânico total, meu coração disparado, a respiração ofegante e tremia sem parar, de medo de frio.

Fui amarada nua numa cama pela metade, sei lá, semelhante a uma maca de ginecologista, e meus braços e pernas completamente abertos, amarrados em estacas ao lado, estava toda exposta, arreganhada, e amordaçada.

Ouvi alguns ruídos vindos da porta que se abriu, eles estavam vindo em minha direção, meu desespero foi total, queria gritar, mas a boca estava tapada com uma fita colada a minha pele, então comecei a me contorcer, cheguei a machucar meus tornozelos e pulsos, por onde estava amarrada, como tentei me libertar!! em vão...estava completamente presa, não havia oque fazer, apenas esperar pelo que aconteceria...  

Num era humano, era um ser parecido com humano, mas não era, tinha uma cor amarela amarronzada, eram altos, fortes, enormes, não tinham pelos pelo corpo, a pele áspera com manchas marrom, os rostos diabólicos, bocas enormes e dentes pontiagudos, buracos no lugar do nariz, olhos verdes, e o cheiro me ardia nariz a ponto de atrapalhar minha respiração e não há palavras pra expressar meu pavor nesse momento....O que eles iam fazer comigo?

Chegaram bem perto, um de um lado e dois do outro e me olharam com aqueles olhos que pareciam dois pontos luminosos, eu com a boca lacrada e olhando apavorada para aqueles seres enormes e nus se aproximando cada vez mais de mim.

Começaram a me passar as mãos umedecidas, frias e tinham ventosas pegajosas, que por onde passavam pareciam chupar minha pele, fizeram isso por alguns minutos, pareciam procurar por algo em mim, quando olhei para os meus seios, minha barriga e tudo mais, vi que meu corpo estava coberto por marcas de chupões.

Quando um dos brutamontes enfiou uma daquelas patas grudentas na minha buceta, que parecia ser chupada pelas mãos que exploravam cada detalhe, pequenos lábios, grelo, até que aqueles dedos úmidos, enormes encontraram a entrada da minha vagina, a excitação do bicho asqueroso foi grande, e os outros ficaram eriçados, daí o desgraçado enfiou o dedo gosmento na minha grutinha.

Comunicavam-se através de chiados e sons estalados agudos, pareciam estar discutindo, os três queriam enfiar-me os malditos dedos babentos na minha xaninha.

Que pesadelo que estava vivendo!!!...queria sair dali, queria morrer até, mas não queria ser tocada por aquelas criaturas dos infernos que pareciam saber exatamente oque  faziam na minha xota, eu sentia medo, frio, muito frio.

As mãos pegajosas daqueles malditos bichos iam se alternando na minha buceta, que com suas ventosas úmidas chupavam minha xota toda, aquilo estava me deixando excitada, por mais que eu recusasse sentir algum tipo de sensação prazerosa nas mãos daqueles que estavam me violando.

Não se contentaram em apenas me alisar com as mãos, me lamberam inteirinha, dos pés ao pescoço, os três fizeram isso, suas línguas eram achatadas e longas, ásperas e faziam isso delicadamente, enquanto revezavam as mãos na minha xota.

De repente um deles começou a fazer um barulho estranho e uma coisa começou a sair de dentro dele, de seu ventre, eu num queria nem olhar, mas estava desconfiada que aquilo era o pênis...meu deus!!! Aquela pequena sensação de alívio durante o tempo que só me exploraram com as mãos ou me lambiam começou a se transformar em pânico outra vez.

Que medo dele resolver me enfiar aquilo que eu num queria nem ver!! mas que de tão grande e estranho, não escapou do meu olhar me causando ainda mais ojeriza, era um coisa meio espiralada, grossa, e com a ponta arredondada e de cor esverdeado escuro, que odor horroroso!!!

Começaram a se comunicar de novo como se brigassem, ficaram agressivos e um empurrava o outro, foi tenso e aquele que já estava com aquela coisa verde enorme toda pra fora do corpo, veio entre minhas pernas abriu minha xota e introduziu aquele troço mais estranho e frio, aquilo foi me invadindo, me rasgando, machucando, me preenchendo todinha por dentro, doeu.

O bicho ficou imóvel, mas o troço grosso babento mexia sem parar dentro de mim, aí ele começou a fazer uns barulhos assustadores, os outros ficaram muito mais agitados.

Agora era outro que estava com aquele troço fedorento e grosso todinho pra fora, se aproximou de mim arrancou a mordaça em minha boca e nessa hora eu gritei e me debati desesperadamente sem parar com todas as minhas forças, levei muitos tapas na cara, quanto mais eu gritava, mais apanhava, o sangue escorria de minha boca pelo meu rosto, meus olhos já estavam inchados de tanto chorar, e implorar pra que ele parassem de fazer aquilo comigo.

Não adiantava gritar, gritei até ficar rouca, sem voz, até perder as forças, aí o bicho mais horroroso que já vi, meteu aquela coisa enorme na minha boca, desci o dente!! apanhei ainda mais, e enquanto um bichão daqueles me destroçava a buceta o outro me entuchava goela abaixo aquela pica estranha e gigantesca me causando ânsias.

O terceiro indivíduo fedorento e com o seu membro todo exposto, ficou agitado e muito agressivo vendo os outros dois em êxtase me violentando daquele jeito, e começou a me puxar como se quisesse tomar uma carcaça de seus predadores, meus pulsos e tornozelos, por onde estava amarrada, ficaram cortados, e o sangue escorria, os animais rosnavam entre si, eu inteiramente apavorada e sem força aceitei meu destino e rezei pra que aquilo acabasse rápido.
Mas num tinha nem começado ainda. 

O pior estava por vir, o terceiro asqueroso me soltou os braços e as pernas e me puxou com força tentando me tirar daquele que me penetrava e que rosnava feito cão bravo mas que me segurava firmemente e não tirava o membro de dentro de mim de jeito nenhum.

A maneira como me puxavam era muito violenta e dolorosa, mas o jeito que aquela coisa grossa mexia dentro de mim era excepcional, eu lutava contra as latejadas na buceta, não aceitava sentir tesão naquilo que mexia dentro.

Até que conseguiram se entender e me tiraram de cima daquela cama estranha, e o repugnante que me invadia tirou aquela coisa enorme verde de mim com um pouco de sangue do interior de minha xoxota, aquele que me fodia a boca se deitou no chão, fui colocada sentada sobre ele, que grunhiu quando enterrou seu membro na minha buceta me rasgando ainda mais, estava dolorida, mas inchada, molhada e latejando. Que ódio!!Eu chorava de raiva, por estar com tesão e não ter mais forças pra relutar.

O bichão que estava agressivo me socou a pica espiralada e grossa na boca e o outro. Que vontade de morrer!!!

O desgraçado me empurrou por cima daquele que estava dentro da minha xota me colocando de quatro e começou a enfiar no meu cuzinho virgem que num tinha dado nem por meu namorado e que naquele momento sentia uma dor desgraçada, porque o bicho medonho estava me currando e eu não tinha como fugir, aquela coisa esverdeada e grossa estava arregaçando vagarosamente meu cuzinho.

Me deu vontade de morrer com aqueles três monstros...
Um me fodia a boca até a garganta me fazendo vomitar, outro embaixo de mim com seu membro todinho enfiado dentro da minha buceta e o outro me enrabava de quatro.

Estranho como picas mexiam dentro de mim, os bichos não se mexiam, ficavam imóveis, mas bufavam e grunhiam agitados, eu pedindo a morte de raiva porque minha buceta estava quase gozando sem a minha vontade.

E de repente eu acordei com o coração disparado, respiração ofegante e a buceta latejando praticamente gozando...

Tive um pesadelo!!! Que alívio!!! Meti a mão no grelo e acabei o serviço. Esfreguei com vigor toda a xerequinha até gozar alucinadamente e sentir aquelas contrações perfeitas e deliciosas na minha bucetinha linda gostosa que amo de paixão realiza sem o meu controle.

Acabei e voltei a dormir feito um anjo.
Nunca, nunca mais fico na net vendo vídeo hentai até de madrugada.


-SIBILA MARKIS

O Professor tarado


Meu fetiche sempre foi o de sentar no colo de um homem maduro de mãos pesadas, levar umas palmadas na bunda por ser uma menina má. Só sossegar com uma massagem bem gostosa na xoxota depois ser penetrada com toda experiência que um homem desses tem.

Tudo aconteceu quando tinha dezoito anos e estava no final do segundo semestre de Estudos Sociais e me encantei pelo baixinho mais desejado da "facul": o professor de sociologia, que tinha aproximadamente quarenta e cinco anos, cabelos grisalhos e olhos pretos, voz alta estridente, barriguinha saliente, mas de um charme sedutor. O cara manjava muito e suas aulas eram perfeitas, eu viajava nele.

Todas as quartas, nas aulas de sociologia, eu fazia questão de sentar na primeira cadeira de frente pro fessor thuthuco, ele por sua vez, explicava a matéria olhando em meus olhos. Eu mordia nos lábios pra resistir a vontade de rir, ficava muito sem graça com as aulas exclusivas pra mim diante de uma turma com quase oitenta alunos.

O cara descobriu o meu apelido e passou a me chamar de Sibila, eu pirava na maneira suave como falava meu nome e me procurava na sala. Ele abria um sorriso lindo quando nossos olhares se encontravam e aquilo me instigava ainda mais. Era impressionante como aquele homem me intimidava, era uma sensação nova pra mim, que sempre fui muito ousada.

Fiquei doidinha quando passou um trabalho em equipes sobre alguns filósofos importantes. Deia sorte ou azar, não sei de entrar num grupo cujo filósofo nada mais era que Karl Marx. Minha parte era apresentar as ideias contidas no livro “O Capital”.

Meu Deus! Quem já leu esse livro sabe o quanto é difícil. Te digo que me senti disléxica ao decodificar aquela leitura, mas meu desejo de impressionar o prof me moveu. Fiquei exausta, mas me dediquei ao máximo.

No começo dos meus estudos tive que ler o tal do livro na biblioteca da facul e durante as tardes ia lá para fazer meus resumos, anotações e tals. Numa tarde daquelas o professor entrou na sala de leitura da biblioteca, que era enorme com mesas grandes. Eu estava sentada na mesa do canto, na cadeira encostada na parede. Quando o fessor charmoso passou por mim e sem me notar sentou-se na mesa diante de mim, bem na minha frente. Gelei!

Quando ele me viu se levantou e veio em minha direção, meu coração disparou nesse momento. Era a primeira conversa fora de sala e sem ninguém por perto pra perturbar. Afinal tinham umas três pessoas ali e cada delas, numa mesa distante da outra. Um silêncio profundo se fazia na grande sala de estudos... Então o pssor arrastou a cadeira pra bem próximo de mim e sentou-se ao meu lado.

Cheiroso e sorrindo, falou bem baixinho perto dos meus ouvidos. Arrepiei até a alma. O danado viu que estudava para o seu trabalho e me perguntou se tinha alguma dúvida. Eu disse que a leitura era chata mas que estava “manêro” aprender sobre o capitalismo mas que a diferença entre mais valia relativa e absoluta estava me deixando muito confusa. Então recebi uma aulinha particular e grátis, regada a olhares insinuantes e sorrisos maliciosos.

Lógico que teve aquele momento que não contive aquela velha vontade de rir. Ele sabia que me intimidava, sabia que estava doidinha por ele. Percebi que o cara de pau já arquitetava a investida quando me perguntou por que eu sempre ria quando nossos olhares se cruzavam. Ele queria saber se eu tinha com vergonha dele e tals.
Respondi que ele realmente me deixava encabulada, pois era um ídolo pra mim e que o admirava muito. Fiquei surpresa quando ele disse que também me admirava. Nessa hora o professor começou a me xavecar, com aquela conversinha mole dizendo que eu era a menina mais bonita da faculdade. Minha resposta foi imediata: disse que ele estava meio cego e caímos na risada... Ele num parou com a fala mansa não, continuou dizendo:

- Tu sabe que é linda!?

- Sem exageros neh fessor!! Fiquei sem graça agora...  Que cara de pau de me falar isso assim aqui na sala de leitura fessor!!

- Fico louco com uma ninfeta dedicada nas minhas aulas...

- Que isso fessor??!!

-Teus olhares te denunciam menina, tá doidinha pelo mestre aqui! tô errado?... Posso te perguntar mais uma coisa?...

- Pergunta... só não sei se terá a resposta que quer...

-Tem namorado? Já saiu com um cara experiente?

- Ops!! Aí já foram duas perguntas!! Não e sim... Olhei com segurança em seus olhos...

- Ahh menina!!...Além de gostosa é safadinha... tá me deixando doido...olha aqui!!

Puxou a minha mão que estava embaixo da mesa e levou em cima de seu pau coberto pela calça social que usava, estava duro como uma rocha e eu disse:

- Ousado!! E se alguém vê isso, tem medo não?!... Você é louco!!... mas ELE ( dei uma olhada em direção a sua piroca dura) está uma delícia heim!!... Esfreguei suavemente e dei umas apertadinhas delicadas na glande.

- Você que tá me deixando assim, quero você, quando vamos sair pra jantar?!...

-Pra você me dar uma comidinha neh fessor?! Falei com cara de sacana dando umas risadinhas

- Garota inteligente!! E sorriu maliciosamente.

Aquela conversinha picante rendeu bastante. Passamos o restante da tarde falando safadezas. Minha xoxota latejava e molhou até a calça jeans. Ele também melou a cueca, tanto que manchou a calça cinza que usava, e ainda me perguntou como ia sair dali com aquela marca na calça.

Mas as horas foram avançando, a sala de estudos foi sendo cada vez mais ocupada. Éramos alvos de olhares dos alunos que chegavam, ele precisava ir e eu tinha aula as 18:30.

Na semana seguinte no dia da apresentação do trabalho estava mais interessada em instigar o pssor do que me apresentar adequadamente pra uma defesa de trabalho, mas pra falar a verdade meus queridos colegas machos de sala adoravam a minha ousadia ao me vestir.

Naquele dia vesti uma calça jeans apertada destacando o travesseirinho da xota e a bunda empinada, camiseta vermelho capeta bem decotada, e curta o suficiente pra deixar a cintura e o piercing de pedrinha branca no umbigo ligeiramente a mostra, acessórios, maquiagem, perfume e sandálias salto fino pretas... Pronta pro ataque.

Apesar do nervosismo a apresentação do trabalho foi um sucesso. Logo depois da aula saímos pra comemorar numa pizzaria perto da faculdade. A mesa se estendeu no varandão, a conversa foi divertidíssima e de repente o mestre apareceu.

Ele foi a convite de Fernando, se sentou a alguns lugares a minha frente e bebeu shop como a maioria. Só fiquei na água e refri mesmo... Sou sem vergonha de cara limpa mesmo. Aos poucos os colegas foram embora, então me despedi, deixei a grana de minha despesa com Fernando. Na mesma hora o fessor se ofereceu pra me levar em casa, aceitei na mesma rapidez.

Entramos no carro e ele me levou direto pro motel. No caminho ficamos em silêncio, mas não perdi tempo em tocar sua coxa enquanto dirigia. O professor gostoso pegou minha mão, levou pra cima de seu pau e eu acariciei suavemente...

Ao descer do carro na garagem do motel o prof me segurou pela cintura, olhou bem nos meus olhos e me deu uns beijos férvidos. Sua boca era tão macia e molhada! Ele chupava gostoso a minha língua... Que beijo gostoso!!

Meu mestre segurou minha nuca e a inclinou ajeitando meus cabelos para o lado e começou a beijar e chupar suavemente meu pescoço. Me abraçou forte, colando seu corpo no meu e esfregou gostoso seu pênis na minha xota me deixando louca.

Subi as escadas com prof gostoso atrás de mim esfregando seu pau na minha bunda. Eu a empinava ainda mais. Suas mãos massageavam carinhosamente meus seios por cima da camiseta.

Entramos na suíte e ele antes de se sentar na beirada da cama ajustou a iluminação e ligou o som. Fiquei no espaço entre os pés da cama e a parede. Prontinha pra um strep tease. Olhando com pra ele com cara da safada, comecei meu ensaio sensual ao som da música de Nelly Furtado - Promiscuous.

Pra começar me virei de costas pro prof, abri um pouco as pernas, empinei a bunda, dei uma rebolada, arranquei e joguei a camiseta pro lado. Virei novamente de frente pro pssor continuei dançando, sempre olhando em seus com cara de cachorra. Abri o botão da minha calça rebolando de um lado pro outro, como uma dança do ventre. Virei de costas de novo e fui abaixando aos poucos até tirar totalmente a calça. Levantei empinando a bunda com a minúscula calcinha branca de renda enterrada no rabo, exibindo e mexendo minha bunda pro fessor.

Já estava na hora do fessor tarado saber que a aluna aplicada na sala era uma puta na cama. Me afastei da parede, dei alguns passos pausados e ritmados de costas até chegar bem próxima dele e me virei de repente e pedi que abrisse meu sultiã. Fiquei toda arrepiada com toque de suas mãos em minhas costas. Mas o deixei curioso tapando com as mãos meus suculentos seios.

Estava de frente pro pssor e coloquei o pé direito ao lado do safadinho sentado na cama. Ele já estava completamente nu e massageava sua pica duríssima. Pude observar o delicioso mastro de tamanho ideal, cabeça rosada e veias salientes.

Aos poucos fui tirando as mãos dos seios e imediatamente o delícia caiu de boca em meus peitinhos mamando com vontade. Ele ficou doido. Pegou com energia minha bunda e contornou a calcinha pelo lado, acariciando meu cuzinho. Continuou descendo os dedos ainda mais até molhá-los em minha grutinha úmida e friccionou a bucetinha toda, que delícia!

Abaixei pra beijar as coxas bem pertinho da virilha e pedi pro gostoso se reclinar um pouco pra trás pra que ele pudesse apreciar e sentir minha boca trabalhando em seu corpo.

Pra começar um boquete caprichado, fiquei pressionando suavemente o cabrestinho debaixo da glande com a língua bem aberta entre os dentes. Aos poucos fui abocanhando e chupando com vontade só a cabeça aquela pica dura. Usei toda a maciez e umidade de minha boca.

Pra completar a mamada, iniciei uma punheta com as duas mãos girando punhos dando as mãos um movimento retorcido e delicado naquele pau duríssimo. Meu prof foi ao delírio, se contorceu e gemia de prazer.

Mantive o ritmo dos movimentos observando as sensações que provocava em meu gostoso. O bichinho num estava se aguentando de tanto tesão e aumentei a frequência da mamada. Chupei engolindo até atingir minha garganta profundamente.

O coroa ficou mais ofegante, suas pernas estremeceram e ele urrou como louco!!... Senti as pulsações de sua pica na minha boca e a porra quente na minha garganta, o cara gritou de tesão!! Caraca!!! Ele gozou muito, muita porra jorrando na minha boca, engoli tudo...

Que delícia, senti-lo gozando!!  Me deixou louca de tesão!! Extasiado, o fessor se jogou na cama e relaxou por uns instantes. Deitei por cima dele sentindo sua pele, o calor de seu corpo, os pelos de seu peitoral nos meus seios. Eu ainda estava de calcinha e esfreguei minha xoxota na pica que resistia bravamente rija... Que tesão!

Pra tirar a calcinha subi na cama e fiquei de pé, em quanto ele observava a sensualidade com que me livrava da pequena peça rendada. Depois agachei e esfreguei minha xoxota no nariz, na boca, melando todo seu rosto.

Abri bem minha bucetinha deixando meu grelo completamente exposto para receber sua linguada. O gostoso embaixo de mim travado na minha buceta chupando com vontade foi uma perfeição.

Depois o pssor gostoso deitou-me carinhosamente na cama. Pegou sua calça que estava ao lado, tirou do bolso halls preto e enfiou uma bala na boca. Deu umas risadinhas me olhando com cara de cachorro e ajeitou-se entre minhas coxas. Em seguida, abriu e admirou minha prexequinha molhada e inchada.

Molhou os dedos no mel que inundava a xoxota e espalhou por ela toda me levando ao delírio. A maneira com que a massageava foi fabulosa. Mas o inesperado estava por vir. Meu mestre safado me chupou a xoxota com halls preto na boca.... nossusdeuso!!!! ferve e gela até o cérebro!!!... o que foi aquilo!!?...quando ele lambia a buceta esquentaaaaaava, mas quando tirava a língua... deusudocéu!!!!...a respiração dele fazia gelar a piriquita...

Essa chupada me fez rezar a oração do santo halls!!!... Foi demais, o mestre tarado tinha uma língua!!!...ele chupava com vontade, minhas pernas estremeciam, ele sabia usar a língua no lugar exato com intensidade e pressão perfeitos, sabia usar os dedos friccionando a xereca maravilhosamente bem, uma loucura!!

Fui ao céu, na ionosfera, atingi um nível transcendental de tesão com aquela chupada inédita. Num demorei cinco minutos pra gozar. Deixei escapar gemidos exaltados e meu fessor safado ficou fissurado comigo gozando em sua boca. Foi o melhor sexo oral do mundo!!!

O tesão foi enlouquecedor e o bonitão não me deu uma chance de me recuperar da gozada forte que tive. Eu ainda estava trêmula e nem vi de onde tirou a camisinha. Sei que vestiu o menino e rapidamente me colocou de ladinho. Deitou-se atrás de mim, posicionou seu pau e foi forçando a penetração. Senti que aos poucos seu pau grosso entrava em minha buceta apertada, arrochando seu mastro duro como pedra.

Eu pressionava com uma mão meu grelo pra aliviar um pouco a tensão do primeiro orgasmo. Além de fechar as pernas e apertar com mais força ainda o grelo que estava muito sensível, em quanto era rasgada pela pica magnífica.

Sério mesmo!! Agora não tenho palavras pra descrever minhas sensações absurdamente exageradas, acha que demorei quanto tempo pra gozar?!

Virei flecha lançada de tão rápida!  Aquela pica deliciosa estava completamente dentro de mim e meu fessor grisalho era tesudo demais. Levei umas estocadas vigorosas. Empinei a bunda e com as pernas fechadas senti o atrito perfeito. Ele falava obscenidades bem baixinho ao meu ouvido... Que loucura!!! Não conseguia mais resistir ao tesão excessivo, e maravilhoso!!!

Sob o efeito do tesão da primeira gozada, não demorou nada pra minha buceta repetir as contrações espetaculares alucinantes, provocando no pssor tarado a resposta imediata as apertadas descontroladas que minha buceta realizava no pau dele, fazendo o quarentão gozar pela segunda vez e pulsar seu pau dentro da mim.

Estávamos gozando juntos e nada mais perfeito que isso... Uma delícia!!!! Lógico que nossa noite não acabou ali. O prof. Ed Nilson tinha muita energia e rasgamos a madrugada fudendo gostoso, gozei muitoooo...

Chegamos a namorar por alguns meses, mas como sou 200% ciumenta e ele muito cogitado pelas ninfetas da faculdade o namoro não deu certo.

-SIBILA MARKIS

Sibila: A alegria da rapaziada

Uns três meses depois da transa férvida com o administrador da firma onde meu cunhado era engenheiro, voltei à cidade de minha irmã, o lugar me trazia recordações, estava difícil esquecer um homem poderoso como aquele, as gozadas que tivemos foram absolutamente perfeitas, o jeito pervertido que me domou foi inesquecível, demorei desencanar, mas o tempo passa neh, a fila anda e eu estava pronta pra uma nova aventura, a prexeca tava piscando, doidinha pra dá...

Cheguei à casa de minha querida irmã Ana Clara na manhã de sábado para curtir a festa do padroeiro da cidade sem desprezar a possibilidade de conhecer alguém tão tesudo quanto eu, e logo de cara encontro o sobrinho do meu cunhado sentado no murinho varanda só de bermuda e chinelos, adorei!!

Era simplesmente o cara mais lindo que já tinha visto na vida, cabelos e olhos pretos, 25 anos, alto, mãos grandes, uma boca carnuda, parecia um deus grego de tão lindo, morenaço, malhado trincado, que peitoral! que gominhos! fiquei bolada com seus braços musculosos...como sempre meus pensamentos pervertidos, viajando na língua, nas mãos, no pau...imediatamente me deu uma tara nele...humm

Fui apresentada gatíssimo Felipe, e logo em seguida minha linda irmã me chamou pra ajudar com o almoço, enquanto cozinhávamos, Ricardo e Felipe tomavam cerveja na varanda, vez ou outra o rapaz vinha até a cozinha buscar mais uma latinha no freezer.

Ana e eu percebemos os olhares gulosos do rapaz pra mim (eu sabia que era minha bunda redonda e empinada dentro de uma calça jeans arrochada) então, Ana me contou um monte de coisas sobre Felipe, disse que estava solteiro, que era um bom rapaz e foi falando... até que uma coisa me deixou curiosa, disse que ficou sabendo que Felipe era pirocudo, rimos muito e fiquei ainda mais instigada, além de lindo... pirocudo, fiquei doidinha.

Durante o almoço, nossa conversa foi divertida, brincamos, rimos muito, Felipe me deu mole o tempo todo, me fingi de desentendida, mas observei seu gestual másculo, a sua boca maravilhosa enquanto falava com uma voz firme e gostosa de ouvir, eu só imaginando a pegada gostosa daquele gato.

Mas meu coração também batia de saudades de Renê e Dani, então depois do almoço instigante, abandonei o gato mais lindo da cidade e fui atrás daquelas duas bibas que amo de paixão e encontrei Renê na casa de Dani, fizemos uma festa, nos abraçamos os três e começamos a pular e girar às gargalhadas... muito bom encontrar pessoas tão loucas quanto a gente!!..

Aquelas duas monas lindas eram o cão chupando manga como aprontavam!! Passamos uma tarde gloriosa e combinamos um horário pra irmos festa na rua, logo mais a noite.

Ainda estava me arrumando, quando Renê e Dani chegaram mais ou menos sete da noite e me ajudaram com a produção de inverno, estava muito frio, vesti uma mini saia jeans, blusa vinho por baixo de uma jaqueta preta de couro, cachecol e botas salto fino e cano longo até o joelho, caprichei no perfume, maquiagem e acessórios, cabelos soltos, pronto!! uma ninfeta lindíssima, pronta pra curtir uma festa de rua.

Antes de sair, minha querida Ana, disse que estaria na pizzaria com Ricardo tomando cerveja, e que era pra eu aparecer lá de vez em quando pra saber o que eu estava fazendo, me rezou a velha ladainha do juízo, porém, no meu caso, entrou por um ouvido e saiu pelo outro, por que na hora que botei os pés na rua com minhas bibas preferidas, saí da gaiola, me soltei, verei pipa voada ...

Um frio do caralho, nós três agarrados andando pelas ruas até numa barraca de caipifruta, eu que nunca bebia pedi dose dupla de absolut e uma de vermouth, os meninos só na cachaça com mel, saímos da barraca e fomos pra frente de igreja onde tinha um palco montado com um conjunto tocando rock pop brasileiro, no descanso da banda uma equipe de som comandava a festa com ritmos de dance music, tecno e funk.

O povo dançando, claro que nós três também, o álcool começava a fazer efeito, Renê dançava muito gostoso, eu dançava, rebolava, sensualizava, ria sem saber do quê, os meninos loucos armando encontro com seus bofes, eu só lembrava que tinha um gato lindo que poderia pegar naquela noite...o Felipe, que por sinal, estava meio sumido.

De repente apareceu do meio do povo uma menina linda me olhando demais com uma boca simplesmente perfeita, branquinha, magra, tinha cabelos lisos como os meus e usava vestido xadrez soltinho até os joelhos, botas cano longo e um bolero lilás como agasalho, e veio chegando perto pra dançar com a gente, os meninos a conheciam, eu não.

Carla seu nome,tinha 18 anos, e tentou me falar algo, mas como estávamos bem próximas das caixas de som, não a ouvi direito, então aproximei o ouvido de sua boca e a danadinha passou a língua e sussurrou, arrepiei até a alma, e xereca piscou na hora, estava me chamando pra ir ao banheiro, ela muito mal intencionada e eu muito doida a segui.

Fomos ao banheiro da escola que ficava ao lado da igreja, num tinha ninguém lá, a menina entrou num box de sanitário e eu em outro, levantei a saia até a cintura, abaixei calcinha e fiz um xixi me equilibrando sem sentar, é claro, não peguei papel pra me enxugar, então sem vestir a calcinha e com ela no meio das pernas, dei alguns passos desajeitados até o box de Carla pra pegar papel, fiquei em pé de frente pra ela exibindo minha xana depilada enquanto a enxugava, ela também se levantou e mostrou a prexeca magrinha, com um grelo exposto entre os grandes lábios e apenas um tufinho de pelos pubianos, tipo bigodinho de hittler, uma graça, não consegui desviar o olhar daquela pepeca greluda linda, me causando um tesão danado e muita vontade imensa de tocá-la.

Carla se aproximou esperando minha aprovação, eu simplesmente aguardava sua atitude, e finalmente com uma mão tocou meus seios embaixo da blusa e a outra minha xana, e alisou, fechei os olhos pra senti-la mexendo em mim, me deixou louca, repeti o gesto tocando na bucetinha da menina, perfeição!

Um tesão da porra que deu pqp, a xoxota latejou na hora!!... nos beijamos como loucas naquele banheiro enquanto uma esfregava o grelo da outra em parar, a gostosinha interrompia o beijo e me perguntava e ao mesmo tempo que afirmava:

- beijo muito!!...eu ria e tornava dar uns beijos desesperados na menina, ela tornava a dizer:

-beijo gotoso demais o meu...eu disse:

-caralho!!...tu beija demais, pqp!!... agora, deixa ver seus seios?...mostra vai...

A gostosinha da garota abriu os poucos botões de seu vestido, mas suficientes pra ter acesso aos seios e levantou o sultiã branco que usava, que coisinhas mais lindas!!

Aqueles peitinhos pequenos e rijos, mamilos cor de rosa, caí de língua, de boca, mamei com tesão, uma delícia, o prazer estava demais, mas o álcool não deixava gozar, queria mais da menina, então maltratava com mais vontade aquela gostosa bucetinha encharcada.

Meus dedos deslizavam na prexeca da ninfeta que correspondeu aos meus estímulos me masturbando com intensidade, o cheiro doce que exalava das xotas meladas perfumou o ambiente e nós duas naquele banheiro nos beijando, gemendo de tesão esfregando com gana uma a outra e...

Fomos interrompidas por Renê, que nos surpreendeu entrando no banheiro inesperadamente nos pegando no maior amasso, e o folgado mandando parar.

Fiquei puta da vida sem saber o que minha bicha preferida queria (mas vale a boa amizade neh...parceria é isso "mermão", tu larga uma buceta gostosa pra socorrer um amigo de fé!!)

Vesti a calcinha e abaixei a saia, Carla fez o mesmo, mas antes deu um esporro estridente no Renê que riu pra "caraio" depois veio em minha direção me puxando pelo braço feito louco, dizendo que já tava na hora, que era pra sair ir correndo.

Sem compreender a sangria desatada de Renê, segui arrastada pela mão no meio da multidão até chegar às escadas do palco quando o doido me disse:

- tira sua jaqueta, dá pro Dani segurar... E foi subindo e puxando com força, eu muito loca, perguntei:

- mas que porra é essa Renê?!!... to no grau, no óleo...

- é um concurso e a gente vai dançar...

- como assim!?...cara tu ficou doido mesmo, bebeu o juízo?! num vou dançar aí não, to de saia, de  s a i a!! como tu faz a inscrição sem me falar sua bicha doida?!!

-"Vamo" logo, num reclama e dança...

Subi as escadas e evitei olhar a multidão lá embaixo mas acho que nunca me diverti tanto na vida, nessas horas que vejo como é bom chapar o coco, porque eu dancei naquele palco o mais sensual que pude sem pensar em mais nada, fiz a alegria da rapaziada que foi ao delírio comigo de mini saia, rebolando até o chão, empinando e mostrando a bunda pra plateia.

Dancei no estilo funkeira bem cachorra e fazendo cara de safada, as meninas que dançavam também apelaram pra sensualidade, mas eu e Renê arrasamos.

Antes de descer do palco, minha irmã já estava lá embaixo com Ricardo esperando pra me esculachar, as más línguas levaram as notícias aos seus ouvidos, fiquei puta, mas quietinha, ela não podia perceber que eu estava embriagada, e nem me mandar de voltar pra casa mais cedo, o melhor que eu podia fazer era abaixar o facho...

“tadinha!"...sabia de nada... inocente”

Antes mesmo de Ana concluir a espinafrada, pedi que guardasse minha jaqueta, pois o cachecol tinha virado notícia, chamei os meninos pra continuar dançando e saí saindo pro meio da galera, com o álcool nas veias nem sentia mais o frio...

Se tem uma coisa que percebi é que: "não adianta querer ficar na moral quando a coisa é pra cachorrada...menina quando quer dar, não há nada que segure,é mesmo que água morro abaixo, fogo morro acima"...

Pois não demorou muito me chega o Dani:

-Sibila, tá vendo aquele loirinho magrelo ali encostado no poste? É o Theo, ele tá te chamando pra encontrar com ele atrás da igreja agora...

- pode falar que to chegando lá...

Fui atrás do garoto que estava me esperando no pátio dos fundos da igreja, sentado num encosto de banco de jardim, me aproximei e foi logo me tascando um beijo de tirar o fôlego, me abraçou e apertou forte, meteu as mãos na minha bunda por baixo da saia e esfregou seu pinto na minha xana por cima da roupa, que sarro gostoso!! tesudo, a xoxota latejava!!

Foi um amasso delicioso, mas não podia dar mole com minha irmã ao meu encalço, disse pro gato que ia ao banheiro e num voltei mais, uma pena!!

E foi desse jeito o resumo de minha aventura na festa: dava uma volta pelas barracas, dançava umas músicas e agarrava um “mulek”, peguei tantos que nem guardei o nome de todos, e sempre arrumando um jeito de não ser vista, afinal estava passando o rodo geral, fiquei deliciosamente exausta, nunca esfreguei tanto a xereca na vida, a calcinha ficou inundada, parecia que estava me despedindo do mundo, mas eu de fogo e com fogo no rabo não recusei nenhum agarro delicioso às escondidas, mas o último da noite foi de matar...

Esperando sempre o melhor da festa, num dado momento frente ao palco, Dani chega pra mim e fala:

- Olha do meu lado, o anjo negro de camisa azul é o Guilherme, ele tá afim, tu vai pegar?

- lógico, pra aonde eu vou?

- pro carro dele... é um Palio prata, está perto do trailer de hot dogs no começo da rua ...

Fui... No banco de trás do carro, nossos agarros e beijos foram pra lá de calientes, eu já estava com um tesão do cacete e o safado enfiou a mão embaixo da minha saia, puxou a calcinha pro lado e meteu os dedos na minha buceta encharcada, eu não consegui impedi-lo, abri foi as pernas pra favorecer seus carinhos, e retribuí a deliciosa masturbação, abri a sua calça, tirei pra fora a pica rija gigantesca, cabeçuda e punhetei com vontade, estava bom demais..e o jeito que o pretinho gostoso friccionava meu grelo?!!...minha nossa!!! Que tesão!! Estava quase gozando...

De repente minha irmã chegou e bateu no vidro do carro, foi um susto infernal, é cruel ser pega com a boca na botija, e a cara de tacho??!!... curei o porre na hora, saí do carro arrumando a saia, a melhor palavra da minha irmã foi CASTIGO... que me mandou imediatamente pra casa, pois depois ia passar o resto de feriado no sítio, imagina eu, uma potranquinha de castigo, Que saco!!! ...isso doeu.

Eram quase duas da madruga, fui sozinha e indignada pra casa, que era perto do centro do vilarejo, entrei em casa e sentei no sofá a espera da chata da minha irmã pra irmos pros cafundó, aonde o Judas perdeu as botas...ai que raiva!

A casa do sítio era grande e simples, com cômodos espaçosos, meu cunhado tinha muito capricho com aquele lugar, minha irmã e ele iam pra lá todos os finais de semana, mas eu detestava.

Estava quase dormindo quando escutei a buzina lá embaixo me chamando, peguei minhas coisas, tranquei a casa e desci as escadas e para minha surpresa, era o gostoso do Felipe que foi me buscar na S10 de Ricardo, entrei na pick-up, trocamos beijinhos no rosto e perguntei sobre o casal de chatos, e o rapaz me disse que iam demorar mais um pouco pois Ricardo ainda tinha que levar a mãe dele em casa antes de ir pro sítio, que era bem pertinho, apenas uns 25 km do centro.

Fiquei em silêncio o caminho todo, o gato do meu lado dirigindo sério, completamente mudo, chegamos ao sítio, saí da pick-up pra abrir e fechar a porteira com toda aquela cachorrada latindo, chegando, cheirando, pulando, passei sufoco, que ódio!! Felipe se divertiu vendo meu aperto com os cães, e não fez absolutamente nada pra me ajudar, fiquei ainda mais puta, voltei por carro correndo, foi só eu entrar no carro que a cara do bonitão mudou de novo pra emburrado.

Felipe abriu a casa e fui direto pro banho, fiquei meia hora debaixo do chuveiro deixando a água cair quentinha no corpo, saí renovada do banho e escovando os cabelos, usando pijama longo, Felipe me convidou pra uma xícara de chocolate bem quentinho na mesa cozinha, aceitei imediatamente, ficamos em silêncio apenas trocando olhares.

Naquele momento recebi no meu celular uma ligação muito ruim de minha irmã dizendo que não iriam ao sítio naquela hora, pois o carro tinha dado problema, que iam demorar pra chegar, e aproveitou pra me revelar que foi Felipe quem contou pra ela tudo que aprontei na festa.

Nem precisa dizer como fiquei mordia com o fofoqueiro lindo, me deu um desejo enorme de agarrá-lo e esganá-lo ao mesmo tempo, então o questionei:

-Felipe, me fala uma coisa...como foi que minha irmã soube que eu estava dançando no palco?...e depois como ele descobriu que estava dentro do carro agarrando Guilherme?...falei isso num tom bem hostil.

-Sibila,foi eu quem falei, e falaria de novo...

-Linguarudo que tu é... agora tô de castigo nesse buraco aqui...ahhh...quer saber?!... vou dormir que ganho mais! nem quero papo mais não, tá!.. pra mim já deu!...levantei da cadeira e fui até a pia, lavar a louça usada naquela hora.

Sorrateiramente o linguarudo mais gostoso que já vi, chegou por trás de mim e me agarrou, prendendo meus braços com um abraço forte, apertando seu pau duríssimo contra minha bunda, ajeitou meus cabelos pro lado e me de uns beijos chupadinhos na nuca, pescoço e orelha com a boca bem macia e molhada, senti tesão na hora, inclinei a cabeça pra receber suas carícias pra lá de gostosas e me disse baixinho no ouvido que me queria, que fez aquilo para me proteger, irritada tentei escapar, então o gostoso me agarrou com mais força, e mesmo com a xota piscando pedi que parasse e me soltasse, porém ele insistia em me agarrar daquele jeito.

Felipe era grande tinha aproximadamente 1,80 m de altura e eu com 1,55 m e mais ou menos 50k, e iniciava ali uma tentativa de fuga extremamente excitante.

Quanto mais tentava me soltar mais ele me apertava, o tesão se intensificava, fiz um charme e falei que ia gritar se ele não me largasse na hora, e me respondeu dando umas risadinhas que num adiantava nada porque não tinha ninguém ali, daí eu, gritei, esperneei o tanto quanto pude em seus braços, o safado delicioso sarrava mais sua pica em minha bunda, sentia um prazer incomum, e num clima de sacanagem, ele dizia:

-shiuuu...shiuuu fica quieta, cala a boca...para com isso, você vai se machucar, para...

- para com isso você, por favor, me larga, tá me machucando... disse isso aos gritos e esperneando.

- sossega... fica quieta, quietinha menina gostosa!!

-o que você vai fazer comigo? Vai me violentar?...ohhh...por favor, não!! me solta... rsrs

- calma, para... shiuuuu...e mais beijos gostosíssimos no pescoço todo...

Ele era muito forte, me ergueu muitos centímetros do chão, a energia que aquele macho tinha pra me segurar foi incrível, meus batimentos cardíacos aceleraram, minha respiração se tornou curta e rápida, relutei a exaustão, até sucumbir deliciosamente, o tarado me domou com vigorosa força bruta de animal “enfemeado”.

Depois me virou de frente pra ele e me beijou ardentemente a boca, como era bom seus beijos!!... um dos melhores da minha vida, sua boca era gostosa demais, e puxou minha blusa do pijama, levantei meus braços pra ajudá-lo, meus cabelos longos estavam soltos que o gostoso ajeitou com carinho.

Sem a blusa o devasso tesudo viu meus seios durinhos, tamanho médio e mamilos rosados, ficou maravilhado, disse que nunca tinha visto tão lindos, que amava seios, e os meus eram perfeitos, e chupou, massageou incessantemente, sem pressa, sua boca gostosa e macia mamando meus seios foi sensacional, em seguida o ajudei a tirar sua camisa e o contato de sua pela com a minha, foi bom demais, meus seios encostados em seu peitoral, suas mãos deslizando em minhas costas, simplesmente perfeito.

Felipe me disse que estava morrendo de tesão e que não dava mais pra aguentar sua pica duríssima dentro da caça, e que precisava tirá-la naquela hora, então se afastou um pouco e na minha frente, fez uma carinha deliciosa de cachorro safado, mordeu no canto dos lábios, morri com aquilo, simplesmente amei, e continuou abrindo o botão da calça me provocando ainda mais com uma dancinha sensual, adorei, e de costas, retirou lentamente a calça, exibindo uma bunda morena, musculosa linda, lisinha sem pelos, apertei aqueles glúteos duros perfeitos com as duas mãos dei umas unhadas pra marcar, e o danadinho fez mistério pra mostrar o que eu já estava louca pra pegar, chupar, sentir...

Que pênis magnífico, grosso, cabeçudo!! Apreciei a bela rola apelidada de “big fill”, e meu lindo encostou-se na pia, me ajoelhei diante dele, segurou os meus cabelos e chupei com gosto a cabeça daquele pau enorme, acaricie suas bolas delicadamente enquanto caprichava na mamada explorando a maciez de minha boca carnuda, olhei pro tesudo concentrado em suas sensações, como gemia gostoso!

Como me excitavam as mordias no canto da boca que fazia!! estava fissurada, minha xoxota latejava, e sem vontade de parar, chupei impetuosamente por um longo tempo aquela pica imponente, deixando-o louco de tesão.

Daí o gato safado pediu que ficasse de pé e se abaixou, puxou minha calça de pijama pra baixo, enfiou e esfregou o nariz na minha xota, e disse:

- Ohh... delícia de bucetinha cheirosa! “Molhadahh”!!...

Me matou de tesão aquilo, fiquei doida, meus joelhos até bambearam, então ele me pegou no colo e deitou-me em cima da mesa, fiquei com a bunda bem na beirada da mesa e com as pernas arreganhadas pro ar, o delícia sentou-se numa cadeira, entrou no meio de minhas pernas, abriu os grandes lábios, e lambeu do cuzinho ao grelo, sua língua nervosa atuando no cunilingus perfeito me causou prazer extremo, gostoso demais!!..

Em seguida, enfiou e socou com vontade dedo na minha buceta inchada, que latejava intensamente e que não parava de babar, enverguei na mesa, as ondas de tesão vindas de dentro de minha grutinha quente, anunciavam um orgasmo violento, e sibilando enlouquecidamente, disse:

- shiuuuu... num para não!!...hamm, num para que vou gozar...ahhhh...delicioso demais...

Não contive a gozada violenta, as contrações voluntariosas e agudas de minha buceta gostosa me obrigaram a me contorcer a gemer alto, bom demais!! delicioso...meu coração disparou de novo e meu corpo todo tremia, nada mais extasiante que uma gozada férvida na língua gostosa de Felipe...perfeição!!

Com a buceta extremamente sensível de tanto tesão, do orgasmo que acabara de sentir, o tarado gostoso, se levantou, ergueu e segurou meus tornozelos no alto, ajeitou seu mastro magnífico quase explodindo de tão duro na portinha da xoxota babada e iniciou a penetração.

Fica difícil expressar o tamanho do meu tesão naquele momento, tinha acabado de gozar e ele se levantou pra iniciar uma penetração deliciosa, eu me contorcia, gemia, uma loucura!! minha bucetinha linda que amo de paixão latejava intensamente, e o grelo hiper ultra mega sensível e inchadoooo...

Felipe molhou a cabeça do big fill no melzinho de minha xoxota gostosa, foi empurrando aos poucos, tirou pra fora e tornou enfiar mais fundo, me levando ao delírio!!... ele louco de tesão, foi repetindo o entra e sai até preencher completamente minha buceta apertadíssima, em seguida iniciou umas estocadas supremas e ao mesmo tempo eu esfregava freneticamente meu grelo inchado, nós dois gemendo desesperadamente de tesão...

Me fodeu com toda sua força, senti a cabeça de seu pau socando meu útero, minha nossa!!..difícil segurar! olhava pro tesudo mais lindo da cidade com sua pica todinha enfiada na minha buceta e metendo com vontade.

Eu liberando a energia acumulada do primeiro orgasmo extravasei o segundo, emendando uma gozada deliciosa na outra, inexplicável o exagero das sensações, que homem maravilhoso! me levou aos céus!!!

O poder das deliciosas contrações involuntárias de minha buceta, no momento clímax do meu prazer, espremendo compulsivamente big fill arrancaram a força uma gozada fortíssima do macho que me copulava....

o delícia tremeu, urrou, com seu pau pulsando e jorrando esperma quente dentro da xoxota que contraia em cadências, nos deixando completamente descontrolados no clímax do nosso prazer...um exagero de sensações...bom demais!!!

Nada mais perfeito que gozar deliciosamente e juntinhos é Simplesmente maravilhoso!! Ahmmm...Uma perfeição...

Depois saímos da cozinha pro banho e do banho pro quarto, trepamos o resto da madrugada até ficarmos completamente exaustos e esfolados.

Quando o casal 20 chegou no dia seguinte, encontrou Felipe dormindo no quarto da frente eu no quarto do meio, de portas trancadas e nenhum vestígio de uma transa selvagem durante a madrugada, a não ser, dois jovens exaustos dormindo feito anjinhos.

Ana me acordou e perguntou se estava tudo bem, disse que estava ótimo, disse a ela que compreendia o valor do castigo, mas que ela não esquecesse que eu ainda era uma menina e que não esperasse de mim um comportamento de mulher adulta, ela me disse:

- Sibila, seja cachorra do jeito que quiser, mas aqui tem que ser discreta, tu já está falada na cidade, geral falando de tu lá...

- então todo mundo apronta, mas tem que ser escondidinho neh...

-é...e agora tu vai ficar um bom tempo sem aparecer por aqui...papai já sabe de tudo e tu tá proibida de voltar... 
Pensei logo em Felipe, talvez nunca mais o veria...  


-SIBILA MARKIS