quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Botando a mão na massa ( Com áudio )




“ Não te lembra do barraco amarelo
Onde o nosso amô cabô?
Tinha um barranco do lado
Que, coitado! com a chuva
Desabô ”...

No meio da favela, no alto do morro,
Nos fundos do barraco em construção,
Rose lavando roupa
Cantarolava essa canção.

Sob o sol do meio dia,
Suor da cara escorria.
Rubão com os olhos comia
Aquela morena tentação.

Bunda gorda de tanajura,
Saia abaixo da cintura.
Com o pano no rego incrustado,
A morena de cabelo “arvuraçado”
Tirava do pedreiro eriçado
toda sua concentração.

O saculejo da gostosa
Assanhava a pica de Rubão.
“Ai!! se ela me desse mole!
Eu comia esse rabão”!!

O pedreiro assanhado,
Já perdendo a noção,
Larga pá e argamassa
Pra mandar aquela letra sem graça:

- E aí, carnão!!Gosta de churrasco?!!

Toda alegre e faceira,
Sem entender a pergunta grosseira,
Diz um “sim”com todo o charme...

Mais rápido que pode,
babando feito bode,
O abusado lhe trai:

- Venha logo, morena!
 vou enchê teu cu de carne!!

De roupa molhada,
Aquela beleza de carnes fartas
Vira o corpo na ligeireza
fala com aquela delicadeza:
-Vê se te enxerga, Rubão!!!
Meu rabo num é pro teu bico, não!!

O safado entesado
Cheio de atitude
Arranca o pau do calção:

-Dá uma olhada no chapocão!!!

Rose, de olho arregalado,
Deseja o pau avantajado e
Resmunga bem baixinho:

- Come quieto, seu tarado,
Que da buceta já escorreu o melado!

 -Vem cá, mulé fogosa.
Chupa meu cacetão!
Rose, sem frescura,
Ajoelha aos pés de Rubão.

Toda bruta e afobada,
Dona Rose caprichava
Na arte da felação.

O cara sacana
Puxando a mulher pelos cabelos
Faz a bela declaração:

- Que delícia!! Que delícia!!
- Que chupada!! Que tesão!!

Gulosa e desatinada,

Doidinha pela estocada,

Grita pela pica do safado:

-Mete logo, Seu Rubão
Num tenho muito tempo, não!!

- Levanta a roupa, dona Rose.
Que a xoxota eu quero ver!!

A gostosa enrola a saia
e empina a bunda por querer.

- Olha aqui, seu tarado,
 Que a calcinha já tá pro lado!!

“Que buceta cabiluda!!
Que cheiro de matá!!
Mulé sem vergonha,
Arreganha e venha cá
Que eu te chupo até gozá”!!

Na parede encostada,
Rose fissurada
Abre as berolas da danada
Pra Rubão se lambuzar.

Composto de urgência,
O marmanjo sacana
Com toda a violência
Dá um giro na gostosa
E atola o dedo no seu rabo.

Louca pela pica rombuda,
Aquela morena de respeito
Começa a reclamar:

-Que isso, estrupício?!!
- Tá querendo me rasgar?

- Ah! mulé gostosa!
Eu só quero é te enrabá!

Com toda força de macho
Mete a jeba no buraco
E começa a empurrá

- Ai ai ai!! Seu cavalo!
Cuidado com as prega
num arrebentá!!

- Relaxa, dona Rose!

- Tu é a égua que eu quero montá
Aguenta a mandioca
Que agora eu vou socá!...

Era tanta putaria
Debaixo de um sol que ardia
que a morena se contorcia
Com vontade de gozar.

A safadeza no quintal
Já estava no final.
Aquela pentada violenta
Foi sensacional!

O malandro comedor
Botou a mão na massa e
se deu bem nessa empreitada.
No cu apertado da morena
Mandou aquela esporrada.

Naquela tarde de sol quente,
A trepada de dois indecentes
Por detrás de uma moita
Eu tive que olhar.

Saí toda eriçada e,
Com a calcinha molhada,
Tive inveja da enrabada
Que a danada da dona Rose
Acabara de levar...

-SIBILA MARKIS