sábado, 17 de junho de 2017

Dei pro primo do meu marido



Olá, meu nome é Mariana e esse é o meu primeiro conto, espero que vocês gostem. Sou morena clara, meus cabelos vão até o meio das costas e mudam de cor, as vezes estão castanhos, as vezes louro escuro. Dizem que sou muito bonita. Tenho lindos seios, uma bundinha gostosa e uma barriguinha com uma dobrinha pequena, não me acho gorda nem magra e nem alta, nem baixa.

Sou de uma cidadezinha pequena do interior de Minas Gerais. Quem mora em cidade pequena sabe como é, todo mundo conhece todo mundo e tudo que acontece, todos ficam sabendo.

Eu casei com quinze anos com um homem de quarenta e cinco. Meu marido sempre teve muito ciúmes de mim, eu não podia conversar nem com a vizinha. Ele tinha umas terras e criava um pequeno gado leiteiro. Infelizmente ano passado ele morreu e me deixou sozinha. Nem filhos tivemos. E o pior, ele me deixou sem experiência de vida. Mas fiquei com a casa, as vaquinhas, as terras e um carrinho popular.

Hoje estou com trinta anos e parece que acabei de nascer, pois comecei a viver só depois que fiquei viúva. Quando a gente casa muito cedo e vive numa vila rural onde não tem nada só uma igreja no centro, uma praça e um clube de forró não dá pra aproveitar a vida. Ainda mais quando a gente casa muito cedo, pois uma menina de quinze anos ainda é uma criança.

Pretendo contar tudo que aconteceu na minha vida desde quando casei e porque casei tão cedo assim, mas isso vai ficar pra outro conto, hoje vou contar como foi que eu aprendi a gostar de sexo.

Quando era casada, meu marido bebia muito e nunca foi um homem carinhoso, ele chegava em casa depois do trabalho, tomava um banho e me mandava eu ir pra cama ficar de quatro sem calcinha e montava me mim como seu eu fosse uma égua.

Eu queria tanto que ele me chupasse como eu via nos filmes pornôs. Minha única amiga me contava que o marido dela fazia e eu ficava doidinha. Falando a verdade eu acho que nunca gozei com meu marido, ele metia, gozava e pronto.

Minha vida era cuidar da casa, assistir televisão e visitar nossos pais no final de semana. Minha família morava na roça e a casa dos pais dele fica perto da casa onde moro, mas quando todos da família se reuniam a casa dos pais dele ficava bem cheia.

Mesmo depois da morte do meu marido eu frequentava a casa, pois a família dele gostava muito de mim, diziam que eu era boazinha e não gostava de fofoca. Também eu não falo quase nada, sou tímida, tenho vergonha de conversar com as pessoas, fico sempre no meu canto.

A família do meu falecido marido é muito grande ele tinha muitos primos e tios, mais tinha um primo dele que não podia me ver que vinha todo risonho me abraçando e ele fazia isso antes mesmo do meu casamento.

Depois que enviuvei, aí que ele ficou mais atencioso comigo, passou a me fazer visitas diariamente, dizia que queria saber como eu estava passando e se estava precisando de alguma coisa. Então passei a receber o primo do falecido na minha casa todos dias no final da tarde quando ele saia do serviço. Carlinho tinha uma loja de produtos agrícolas no centro da cidade e sua esposa era uma feiosa, chata e metida à rica.

Carlinho ficava na minha casa até na horta da novela das nove e depois ia embora, pois sua esposa e filhos estavam em casa esperando por ele. Na minha casa eu preparava um lanche na cozinha e conversávamos sobre os negócios e a família. As visitas do Carlinho estavam virando rotina e a gente estava ficando cada vez mais amigo. Eu sentia falta dele quando ele não podia aparecer na minha casa.

Até que um dia, minha única amiga disse pra mim que o povo já estava reparando nas visitas de Carlinho na minha casa. Tinha gente achando estranho ele ir na minha casa todo dia a noite. Minha amiga disse que mulher direita não recebe homem dentro de casa sozinha ainda mais se o homem for casado. Ela disse também que estava ficando feio pra mim. Fiquei chateada com o que minha amiga falou, pois sempre fui uma mulher tranquila e recatada. Ainda mais que naquele momento eu estava as voltas querendo aprender a lidar com o gado e a tocar os negócios do meu finado marido pra frente. Eu nem tinha interesse em sexo. Achava que nunca mais ia transar com ninguém. Sexo não me fazia falta. Por isso nem liguei para os comentários maldosos da minha amiga.

Eu sabia que Carlinho era muito encantado comigo, gostava muito de mim e fazia muitos elogios, mas ele nunca falou nada demais pra mim, nunca me cantou, por isso que aceitava suas visitas. Eu gostava muito dele. Como nossa amizade estava ficando muito íntima e ele começou a desabafar comigo sobre o casamento, dizia que a Carla, sua esposa estava cada vez mais ignorante, gritava com as crianças, tratava ele mal e não transava com ele mais. Quando ele me disse isso fiquei com muita vergonha, mas como nossa amizade estava evoluindo eu não ia ficar de mi mi mi porque ele me falou que o casamento dele estava ruim e a mulher dele não queria dar pra ele mais.

Teve um dia que a mulher dele viajou com os filhos e ele foi pra minha casa como sempre, só que nesse dia ele não tinha pressa de voltar pra casa e levou pizza, vinho e um filme pra gente assistir no DVD, o filme era “Secretária”.

Como Carlinho ia ficar mais tempo, tomei um banho, vesti uma camisola de malha bem comportada e confortável. Quando voltei pra sala, Carlinho tinha colocado o filme pra gente assistir. Não me lembro de ter assistido um filme como aquele, também não vou ficar contando a história do filme aqui, mas eu não imaginava que as cenas picantes iriam me deixar com a buceta latejando e molhada como ela ficou. Pra falar a verdade, eu nem lembrava como era bom sentir aquilo.

Assistir ao filme sentada do lado de Carlinho foi tentação pura, Carlinho era um homem bonito, alto e forte, a pele bem morena e sua boca quando ele falava ficava meio tortinha de lado, isso era um charme, sempre observei isso nele. Mas a gente a li na sala, assistindo o filme, ele estava muito atraente. Ai como eu queria que ele enfiasse a mão debaixo da minha camisola! Acredito que ele também ficou excitado pois não ficava parado, toda hora se mexia no sofá. Aí ele me perguntou:

- Mariana, você não quer deitar a cabeça no meu colo, vai ficar melhor pra você assistir o filme?

- Num vai incomodar? A cabeça da gente vai indo fica pesada!

- Pode deitar, eu aguento!

Deitei com a cabeça em seu colo e coloquei as pernas pra cima do sofá. Aquilo só me fez ficar mais excitada, senti o cheiro dele e a vontade de que ele me tocasse era cada vez maior. Eu nunca senti um desejo tão forte.

Minha posição no colo dele ficou desconfortável e eu me virei de barriga pra cima. Dobrei os joelhos, mas minhas pernas se separaram um pouco, ficando um pouco abertas. Eu estava com tanto tesão que senti meu próprio cheiro, o cheiro de buceta molhada. Na mesma hora fechei as pernas, mas já era tarde, ele tinha sentido. Então ele falou:

- Mari! Você sabe que sou taradinho em você né?

- Nem fala uma coisa dessas!

-Desculpe, mas tenho que falar, tô com muito tesão em você e já faz tempo, você é viúva e eu estou abandonado pela mulher, vamos aproveitar essa noite!

-Eu não posso fazer isso, você é casado e eu conheço sua família toda, não quero fazer nada de errado.

- Sei que você quer, eu sei que você ficou com tesão também.

Nisso ele colocou a mão no meio das minhas coxas, eu respondi trancando as pernas impedindo que ele continuasse a subir com a mão.

- Mariana, você é uma mulher muito gostosa, deixar eu colocar só a mão na sua bucetinha eu sei que tá molhadinha.

- Não sei se devemos...

Antes mesmo de eu terminar de falar ele me puxou e me deu um beijo na boca, foi um beijo muito gostoso que me fez sentir ainda mais tesão. Foi um beijo que eu nunca tinha beijado, a boca dele tão macia e gostosa que eu devorei.

Não consegui resistir a mão dele no meio das minhas coxas tentando invadir minha intimidade. Abri as pernas e ele passou a mão na minha calcinha e na mesma hora ele disse que estava molhada. Depois chegou a calcinha pro lado e passou os dedos no meu grelo e na minha buceta toda.

Nunca senti tanto tesão. Do jeito que ele estava fazendo se ele não parasse eu ia gozar rápido, mas ele parou e foi tirar minha calcinha. Assim que ele tirou minha calcinha, ele fez aquilo que eu mais tinha vontade. Carlinho enfiou a língua na minha buceta e começou a chupar toda ela.

Eu fiquei louca de tesão, foi a coisa mais gostosa que senti, ele lambia, chupava e quando enfiou um dedo na minha buceta eu comecei a gozar, o tesão foi tão forte que gemi alto demais. Eu me contorcia toda esfregando a buceta na cara dele.

Depois que gozei ele veio pra cima de mim e meteu seu pau na minha buceta bem devagar, eu estava muito molhada, mas minha buceta muito apertada foi difícil de entrar, se eu não estivesse tão excitada sentiria dor com aquele pau enorme me invadindo daquele jeito.

Ele meteu durante uns dez minutos, foi tão gostoso! Ele me abraçava e me beijava. Eu sentia o prazer de Carlinho nos movimentos dele, na respiração dele, no corpo todo dele, até que ele aumentou o ritmo e socou com mais força, foi o suficiente pra gente gozar deliciosamente.

Fiquei com medo daquela gozada, porque ele gozou no fundo do meu útero. Eu não tomava pílulas e nem camisinha a gente estava usando. Mais quando ele gozou dentro de mim foi mais gostoso ainda, seu esperma enchendo minha buceta derramando, escorrendo pela minha bunda e ele respirando ofegante em cima de mim foi a perfeição.

Quando ele acabou de gozar saímos da posição e eu fui chupar o pau dele, lambi tudo deixando limpinho. Lambi e chupei da cabeça, passando pelo saco. Naquele momento de tesão eu fiz uma coisa que nunca tinha feito. Eu lambi até o cu dele. Acho que ele nunca tinha levado uma lambida daquelas, porque quando eu passei a língua no cu dele, ele tentou sair fora, mas eu o puxei de volta e continuei. Então ele se entregou e viu que era bom.

Enquanto eu lambia o cu dele, eu punhetava gostoso. Quando percebi que o orgasmo dele estava perto chupei só a cabeça do pau dele e massageava bem de leve o saco. Tudo isso que eu estava fazendo veio me surgindo assim do nada, eu nunca tinha feito essas coisas, o tesão me conduziu.

Carlinho tremeu as pernas e urrou, quando eu vi, minha boca estava enchendo de leitinho quente. Era tanto que até escorria pelo canto da boca. Mal dei conta de engolir tudo.

Só sei dizer que foi a coisa mais sensacional que tive na minha vida. Como Carlinho era gostoso e tesudo! Aquela foi minha primeira noite de sexo de verdade. Eu e Carlinho transamos quase a noite toda, tivemos várias gozadas, foi inesquecível.

Não nos importamos com mais nada e nos tornamos amantes as escondidas.

By Mariana


domingo, 23 de abril de 2017

Um é bom, dois é sacanagem!



Às vezes me pegava pensando se era sonho ou se realmente que aquele moreninho existia! Seu cabelo pretinho, estilo moicano, era um charme. Eu viajava no corpo do jovem macho de dezoito anos. Seu jeito carinhoso me encantava e a sua pegada era de enlouquecer. Que beijo! Gabriel era tão gostoso!

Eu vivia um namoro perfeito até que...

Eu e Biel estávamos sentados numa pizzaria comendo uma pizza quando um amigo de Gabriel entrou. Vi quando passou pela porta e veio direto até nós. De longe senti o seu perfume. Não pude deixar de perceber como ele era bonito.

Dava pra ver o corpão malhado de academia através da camiseta branca agarrada no corpo. A bermuda marcava os músculos das coxas grossas. Tênis sem meia e um gingado de playboy. Todo estiloso! Um gato desses deixa qualquer uma desconcertada perto do namorado.

Contudo, não demorou muito pro gato mostrar sua ousadia. Sem ser convidado, sentou-se ao meu lado e logo mandou a letra sem graça:

-Mas olha isso!... Bielzinho de namorada!... Gostosa heim! Cara; onde tu arrumou?!

Percebi que Gabriel não gostou do comentário mas cumprimentou o colega com alegria. O amigo de infância do meu namorado que acabara de se abancar em nossa mesa tinha chegado todo espaçoso:

- Biel, Nunca ti vi com uma gata dessas... No dia que tu largar desse cara, me procura tá?!

Essa última frase ele disse pra mim, olhando bem nos meus olhos com cara de cachorro safado. Tão lindo e tão sem noção! O cara nunca tinha me visto e já chegou chegando, me cantando, todo folgado como se fosse o dono da mesa e falando pra mim o que vinha na cabeça.

Me bateu uma vergonha danada com as safadezas que ele começou a falar na frente do meu namorado. Pow! Fez meu sangue subir fervente pro rosto, queimando minha cara e me deixando vermelha feito um pimentão. Constrangedor!

Concordo que sou uma safadinha, mas a sós com meu namorado. Não em público pra todo mundo ouvir. O cara de pau queria saber o que eu fazia na cama com Biel perguntando tudo na maior altura e ainda olhava pra mim pra dizer coisas tais como: “O que essa boquinha linda não é capaz de fazer heim, Biel?!... Essa gatinha bebe leitinho?!...Aposto que é rosinha!...”

Não contive meu impulso e debaixo da mesa dei um pequeno beliscão na coxa de Gabriel, esperando que ele falasse alguma coisa.

- Para com isso, cara! Respeita minha namorada!

-Foi mal ae, só tava brincando! Tua namorada é tão gostosa que pirei!... Não precisa ficar vermelhinha não, menina!

Continuei em silêncio, só observando. Gabriel continuava sem saber o que fazer com o amigo que se mostrava embriagado. Fiquei impressionada com o tamanho da senvergonhice de David. Que cara safado!

Naquela pizzaria, em nossa mesa, rolaram piadinhas toscas o resto do jantar. David até que era divertido mas jogou pesado logo na primeira vez que me viu. Aos poucos fui entendendo que David era só um gozador, um debochado e comecei a achar suas brincadeiras mais ou menos engraçadas. Tinham momentos que eu ficava sem graça, envergonhada. Afinal eu ainda era uma menina inexperiente e com apenas dezesseis anos. Biel já estava acostumado com o jeitão do amigo e, mesmo bolado com algumas diretas que David lançava sobre mim, acabou levando tudo na brincadeira.

Daí por diante eu percebi como era intensa a ligação entre os dois amigos. Eles eram inseparáveis desde a infância. Demorei um mês de namoro para ver os dois juntos e ficar impressionada com “tanta” amizade...

Como David era folgado! Como ele se aproveitava da boa vontade de Biel! Puta que pariu! Meu namorado fazia tudo que o amigo queria e aquilo já estava começando a me incomodar.

Várias vezes, quando eu e Gabriel estávamos namorando, tranquilos em minha casa, David chamava Biel pelo celular e atrapalhava nosso namoro. Gabriel era praticamente o taxista particular de David. Parecia até que a namorada de Biel era o David ué!

Alguns meses depois do jantar na pizzaria, Gabriel e eu saímos para curtir uma balada. Não deu outra, David estava lá. Alguma coisa me dizia que a noite ia ser longa e muita coisa ia rolar...

No entanto, a balada foi demais, nos divertimos muito com nossos amigos e me acabei de tanto dançar. Sensualizei muito balançando meu bumbum! Chapei o coco na cerveja! Toda hora vinha um me trazendo uma latinha. A sede era demais e eu virava latinha por latinha.

Na hora de ir embora, meu amor me disse que queria terminar a noite em grande estilo, fazendo amorzinho gostoso numa suíte luxuosa de um dos motéis cinco estrelas da região. Ouvir aquilo me deixou bastante excitada, afinal eu já estava assanhada só de ver Gabriel dançando. Ele rebolando era um tesão. Como ele era sexy!

Quando nos despedimos da galera para curtirmos o resto da noite sozinhos, David, querendo carona, mais que depressa, entrou no carro de Gabriel, rindo, cantando, chapadão de cerveja. Eu sentei no carona completamente lesada e tentando bancar a mocinha sóbria.

No meio do caminho, eles resolveram parar num trailer pra beber a saideira. Ficamos no carro dando aquele amasso gostoso, enquanto David comprava a cerveja. Levamos um susto quando David bateu no vidro do carro ao lado de Biel e gritou:

- Vai comer aqui mesmo ou quer que embrulhe?!

- Pow! Mas que empatada, cara!

Eu já estava no ponto sentindo minha xoxota molhar de tesão e o folgado nos perturbando. Porém, ainda tinha a tal saideira... Depois de alguns minutos jogando conversa fora, David nos surpreendeu com uma de arrasar:

- Tô ligado que vocês estão indo para o Saint Tropez... E daria tudo pra ir com vocês...

- Eu heim!! Tá doido! Respondi.

- Deixa eu ir com vocês? Não vou fazer nada... só olhar!

- Que isso, cara! Tu quer ir mesmo com a gente?!...Tá de sacanagem!...

- Não tem nada demais nisso... Só tô afim de ver vocês ué!

- Sinto muito, David! Sem chance!

- Pow! Biel, vai deixar seu parça na mão?!

- Sibila não quer, tu não tá vendo?!

- Sibila tomou todas, nem sabe o que tá falando, Biel! Deixa eu ir vai?!

Então, o amigo sem noção saiu do banco de trás e puxou Biel para fora do carro e o levou para uma distância onde eu não pudesse ouvi-los. Conversaram um pouco e depois voltaram. David ficou lá fora e Gabriel entrou no carro, sentou-se ao meu lado e começou a tentar me convencer de que não tinha nada a ver, que eu podia deixar David ir e blá blá blá... Ficou me enchendo o saco.

Foi difícil tomar uma decisão meio embriagada, mas eu amava Gabriel e faria tudo para lhe fazer feliz. Até mesmo aceitar um absurdo daqueles. No entanto, aquilo havia me intrigado demais. Não entendia como o danado tinha tanto poder sobre meu namorado. Como Biel aceitava numa boa a tudo que o amigo sacana queria. Eu ficava imaginando o que estaria por trás de toda aquela submissão de Gabriel, pois ele não se recusava a nada que vinha de David. Até levar o amigo pro motel junto com a namorada.

O meu problema é que sou tesudinha demais e estava muito afim de ir pro motel e fazer amorzinho gostoso com Biel. Tão a fim! Que depois de tanta insistência acabei aceitando a proposta indecorosa de David e fomos os três para o motel. Mas antes, eu já fui falando:

- David, tu vai ficar quietinho no escuro, eu não quero te ver ok!

Chegamos no motel e Gabriel veio subindo as escadas da suíte atrás de mim me dando umas encoxadas e beijando meu pescoço. David seguia atrás em silêncio.

Na suíte, antes de mais nada, mandei que David sentasse num sofá que tinha na frente da cama e que de lá não saísse. Não estava escuro como eu queria, dava pra ver tudo, principalmente que David estava ali nos observando.

Enquanto eu e meu amor nos divertíamos explorando os espaços e o luxo do quarto de motel íamos nos pegando e arrancando nossas roupas. Nada mais perfeito que um roça roça pra esquecer.

Quando eu e Gabriel voltamos para perto da cama e percebi que David estava completamente nu, sentado no sofá. O que tinha de chato, tinha de lindo. Fiquei quieta por alguns minutos, sem reclamar que ele tinha descumprido o acordo. Não posso negar que gostei quando o vi nu em pelo. Eu tinha no quarto dois machos "enfemeados" pela ninfetinha no cio aqui.

Não sei o que aconteceu comigo, mas aquilo realmente mexeu com minha libido e passei a me exibir para David agarrando Gabriel com volúpia, tocando e beijando todo o seu corpo. Discretamente eu olhava nos olhos de David, bem ali, sentado à minha frente e podia ver como ele como estava excitado ao me ver nua e acariciando o corpo de Gabriel.

Meu amor pedia para ser chupado, já que seu pau estava duro feito um rocha nas minhas mãos. Então ele se deitou na cama e eu fiquei de quatro, com o rabão bem empinado na direção de David e comecei a chupar Gabriel.

Eu rebolava enquanto ia lambendo as coxas, passando pelas virilhas de meu namorado até chegar com os lábios em suas bolas e chupar delicadamente. Ele se contorceu de tesão quando sentiu minha boca macia e quente abocanhando lentamente a cabeça de seu pau. Mamei com gosto só a cabecinha, friccionando a língua no cabrestinho abaixo da glande. Ele ficava louco de tesão quando eu fazia aquilo. Depois fui engolindo aos poucos todo aquele pau majestoso.

Depois de alguns minutos chupando meu namorado, senti David tocando minha bunda com as duas mãos, alisando-a até minha cintura. Na mesma hora, balbuciei tentando dizer que não, que David só podia olhar. Eu queria provocar David, queria vê-lo louco tesão sem ao menos me tocar. Aquilo estava me deixando muito excitada!

A princípio David obedeceu e continuou atrás de mim olhando eu mexer meu bumbum de quatro pra ele enquanto eu chupava o pau de Gabriel.

David continuou forçando a barra. Ele me segurou pelas ancas e me lambeu por trás do cuzinho até o grelinho. Eu juro que tentei escapar dessa, mas não consegui. Impossível impedir o safado. Depois ele colocou seu pau entre minhas coxas que deslizou facilmente. Minha bucetinha estava tão molhada que deixou tudo melado entre minhas coxas. Caraca maluco! Que tesão do cacete! Contudo, continuava resistindo. Eu era inexperiente e sabia que Gabriel sentia ciúmes. Foder com dois homens era demais pra mim. Mesmo sentindo a buceta latejar de vontade eu pedia:

-Nãooo, por favor não, David!

- Deixa eu botar só um pouquinho, Sibila!... Não tô aguentando de tesão!...

Gabriel segurou minha cabeça com seu pau na minha boca e disse:

- Cala boca e me chupa putinha!

Aquela insistência estava me deixando louca. Eu dizia que “não” mas minha bucetinha gritava um “sim” bem grande e se talvez ele me segurasse com firmeza...

De repente, David me segurou forte e conseguiu encaixar seu pau na minha buceta. O safado foi invadindo aos poucos o interior de minha grutinha quente e úmida. Senti rasgando. Aquele pau grosso foi entrando com atrito me fazendo arrepiar. Tenho que admitir. Ser fodida “quase que à força” por dois homens tesudos me causou um tesão que nunca tinha sentido antes. Minha xoxota estava babada, inchada e latejando.

Assim que David enfiou seu pau até o talo na minha xoxota, ele começou a meter bem lentamente e aos poucos ele foi aumentando o ritmo das estocadas até socar com vontade. Eu chupava freneticamente o pau de Gabriel que se contorcia de prazer. Abusei da maciez de minha boca molhada com lambidas e chupadas que iam das bolas, passando por toda a extensão daquela pica duríssima até caprichar numa mamada só na cabecinha.

Minha xoxota sinalizava que o clímax estava próximo e eu já estava quase gozando quando David começou a brincar com o dedo no meu cuzinho. O amigo sacana do meu namorado, metia o pau na minha xoxota e dedo no meu anelzinho.

O tesão foi ao extremo, não pude resistir. Gemi alto, exaltada, as deliciosas contrações vinham forte lá de dentro de minha xoxota e comecei a gozar. Minha bucetinha que amo de paixão trancava sequencialmente o pau de David, que também não aguentou o tranco e puxou o pau pra fora pra gozar feito um touro na minha bunda. Gabriel foi o próximo a jorrar sua porra quente na minha boca. Engoli tudo, não restou uma gota sequer.

Assim que acabamos de gozar, estávamos os três extasiados e jogamos na cama. Eu trêmula, exalando o aroma de buceta gozada estava deitada com as pernas pra cima de cada um dos machos ao meu lado. Eu poderia gozar o resto da madrugada com aqueles dois. O tesão ainda estava demais.

Mas a surpresa ainda estava por vir. Depois de algum tempo deitados, Gabriel se refez, levantou-se puto da cama todo arrependido.

-Pow! David! Olha o que tu me fez fazer!

- Que isso, cara?! O que foi?

- Logo com a minha namorada!

- Tu que deixou, brother! Qualé?!

- Tu vive me jogando na cara aquele maldito dia!...

- Agora eu quero saber qual é o segredinho das meninas aí!

- Sibila, quando a gente era muleque, nós pegamos a tia lesada e muda de Biel na sauna do sítio do pai dele!

- E o que vocês dois fizeram de tão grave com a criatura?

- Nós só pedimos pra ela tirar a calcinha e mostrar a buceta.... Depois a gente mexeu naquela coisa cabeluda e fedorenta. A mulé pirou! Disse Gabriel.

- E o pior que depois daquele dia, Biel... Sua tia não pode me ver! Vem logo querendo arrancar a calcinha pro meu lado! Tenho que disfarçar e sair voado!

- Então é por causa dessa palhaçada que tu é pau mandado de David?! É só por isso que tu deixou o cara me comer?! Pensei que fosse uma coisa grave, seu babaca! Já deu por hoje, quero ir embora agora, acabou a putaria!

E eu que já estava pensando que a madrugada iria ser longa e que eu ia ficar de buceta ardida de tanto foder... Olha só no que deu! ... Nos vestimos e fomos embora em silêncio.


Depois daquela noite não vimos mais David e o ciúmes de Biel ficou exagerado e nosso namoro foi desgastando até acabar...


domingo, 9 de abril de 2017

Um escândalo de vizinho!


Eu dormia o sono dos anjos quando de repente ouço uma gemeção do cacete. Era um “ai ai ai” daqui, um “ai que delícia” dali, uns “não para não” e outros “tô quase amor”! Que puta que pariu! Estava exausta, precisava acordar disposta para fazer as provas da manhã seguinte na minha escola e acordei com o sexo barulhento dos vizinhos do apartamento do andar de cima.

Quanto mais eu tentava dormir, mais barulho vinha do bendito quarto. Cheguei a cobrir a cabeça com o travesseiro pra não escutar as safadezas do casal sem noção, mas ainda assim, eu escutava altos ruídos e gemidos. Pow! Que casal filho da puta! Foder com o sono dos outros é uma sacanagem do cacete!

A madrugada estava se tornando um martírio. Daquele jeito eu não conseguia dormir. Não tive outra escolha a não ser torcer para que eles gozassem logo e acabar com toda aquela putaria que me perturbava tanto. Mal sabia eu que era apenas o começo da encrenca...

Fazia tempo que eu estava na seca e em minha mente pervertida a expectativa de ouvir: “Agora eu vou gozar” mexeu com minha libido. Minha xoxotinha começou a dar sinal de vida. Segundos depois ela piscava só de eu imaginar as putarias que eles estavam fazendo. Aquela algazarra me provocou durante horas, até que finalmente sossegaram e eu pude voltar a dormir como um bebê.

No dia seguinte, no café da manhã, minha mãe também reclamou da balbúrdia do casal escandaloso e me passou a ficha completa daqueles dois. Quase morri de tanta raiva da minha mãe, pois foi ela que indicou o apartamento para o jovem casal fogoso. Eles tinham acabado de se mudar pro apartamento e eram casados a pouco menos de um ano. Sabrina fazia plantões no mesmo hospital em que minha mãe trabalhava e as duas eram amigas. Já o marido de Sabrina era bem mais jovem que ela, um playboy, filhinho de papai que não gostava de trabalhar.

Em pouco tempo, o casal se tornou o assunto dos recalcados de plantão no condomínio onde morávamos. Sabrina era uma tarada louca por sexo e ele um macho vigoroso a disposição de sua fêmea. Toda vez que ela chegava de seu plantão, era aquela sacanagem. Não tinha dia nem hora certa. A qualquer momento a gente se surpreendia com o sexo animal daqueles dois.

Um dia eu não fui ao estágio à tarde, fiquei em casa pra descansar. Era meu segundo ano de magistério e eu estava quase dando um treco de tanto trabalho, prova e estágio pra cumprir. Eu necessitava de pelo menos uma tarde tranquila. Ledo engano!

Dessa vez não foi o casal a me perturbar, foram os moleques do condomínio soltando pipa. Do meu quarto eu ouvia a gritaria. Poxa! Quando eu teria direito ao meu merecido sossego?! Muito indignada pulei da cama, ventando de raiva e cheguei na janela pra pagar uma geral pra molecada lá embaixo.

Quando eu vi que no meio daquela cambada tinha um moreno maravilhoso, descalço e só de bermuda, minha nossa! Me quebrou todinha. O gato estava sem camisa mostrando os braços fortes e a barriga de tanquinho. Sua pele lisinha, suada e bronzeada, brilhava no sol, pirei! Que gato lindo era aquele soltando pipa no meio da tarde junto com a molecadinha?!

Pra não dar bandeira, nem perder a linha de mocinha educada, eu apenas cumprimentei os meninos. Na verdade eu queria chamar a atenção do moreno. No entanto, ele me olhou e continuou soltando pipa, mal me notou na janela. Inconformada com a indiferença do gato, resolvi comprar pão, só pra descer, atravessar a rua do condomínio e ver o moreno de perto. Quem sabe assim ele me notaria?!

Vesti um shortinho azul, que mal cobria as polpas do bumbum e uma blusa curta de malha branca, bem soltinha no corpo com decotes generosos. Fiz questão de caprichar no look só pra destacar minhas curvas sinuosas, meus atributos de ninfeta gostosa. Soltei meus longos cabelos, botei chinelinho de dedo no pé e fui eu lá, tentar provocar o bonitão.

Mal coloquei os pés na calçada e já fiz merda. Sem perceber, pisei na linha de uma pipa que estava no chão. Um moleque filho da puta e sem educação, quando viu, começou a gritar e me xingar. Caraca! Que vergonha! Uma coisa que me deixa super sem graça é baixaria. Eu tentando pagar de gatinha, passo por um vexame desses!

 O moreno então, chegou na correria para esculachar o moleque grosseiro:

-Opa opa opa! Tá maluco, Bigú!? Não fala assim com a menina não!

O pivete ainda fez mais algumas malcriações. O rapaz teve trabalho pra acabar com a confusão botar o moleque pra casa. Assim que tudo se acalmou, eu agradeci e me apresentei. Aí é que eu digo: ”Quando você pensa que não tem mais nada para te surpreender, você leva um susto”! Pois foi assim mesmo que me senti. Fiquei chocada, o gato maravilhoso era o marido da vizinha tarada!

Fiquei desconcertada. Eu olhava inerte pra aquele homem perfeito e compreendia o porquê de sua mulher ser uma tarada. Qualquer uma seria uma louca na cama com aquele moreno delicioso cheio de energia pra gastar.

Depois que ele se apresentou, mal consegui conversar. Fiquei tímida, parecia que eu estava confessando que havia me masturbado várias vezes só pensando nas trepadas que ele dava com a mulher. Foi como se ele estivesse lendo meus pensamentos. Na mesma hora mudei de planos, me despedi dele rapidinho e voltei abafada pro meu quarto.

Daí por diante, eu o encontrei várias vezes no condomínio. Também tive a oportunidade de conhecer Sabrina, a mulher mais invejada do condomínio. Me encantei com a beleza e sensualidade daquela mulher, mas também senti recalque!

Ai meu deus! Toda vez que Enrico me via, me abria um sorriso lindo, eu ficava doidinha nele. Mas quando eu lembrava do mulherão que ele tinha, logo pensava que eu jamais teria chances.
Rico se tornou meu amor platônico. Eu morria de inveja de Sabrina e ficava me imaginando no lugar dela. Eu sabia que era errado desejar um homem casado, mas Rico, era encantador, divertido e lindo! Eu não conseguia me controlar. Me desmanchava por ele e todos percebiam.

Sabrina sabia que eu estava caidinha pelo marido dela. Eu encontrava o casal pelo condomínio e cumprimentava primeiro Rico, sorria pra ele, perguntava com ele estava e tudo mais, falava toda melosa com ele e com ela, dava apenas um sorriso amarelo. Os dois eram muito educados, nunca foram deselegantes comigo por causa disso, muito pelo contrário, acho até que se divertiam com meu interesse por Riquinho.

No fundo, no fundo, eu sabia que não havia possibilidades de rolar alguma coisa com Rico. Mas como eu gosto é do difícil... Eu fazia charminho pra ele.

Às vezes me pergunto se foi sorte ou azar quando meu chuveiro queimou. Aconteceu numa noite daquelas em que minha mãe estava de plantão. Uma oportunidade perfeita pra eu bancar a mocinha indefesa e pedir socorro ao moreno bonitão. Seria apenas mais uma das minhas investidas sem retorno, contudo eu não iria deixar passar a chance de provocar um pouquinho neh!

Me enrolei na toalha e subi as escadas do prédio sem me importar se apareceria alguém. Bati no apartamento de Riquinho e ele me atendeu:

- Oi, Sibila! O que tá fazendo aqui desse jeito?!

- Desculpe incomodar, mas meu chuveiro deu tilt bem na hora do meu banho! Tu pode me ajudar?!

-Bora lá rapidinho que tá quase na hora de Sabrina chegar!

Meu coração disparou! Riquinho me acompanhou até o meu apartamento vestindo só uma bermuda.

Quando entramos, tranquei a porta da sala e ele perguntou:

- O que tu tá querendo, menina?!...

- Só que tu dê uma olhadinha no meu chuveiro ué!!

-Tá pensando que sou bobo?! Tá me provocando há meses...

Ele se transformou. Veio pra cima de mim e me agarrou com firmeza.

-Calma, Ricoo! Tá me apertando!

-Não era isso que tu queria?! Com macho não se brinca!

- Não! Desse jeito não!

- Achei que tu não fosse mais uma menininha medrosa!

- Pow! Assim não neh!

-Sibila, me desculpe, é que tu me deixa louco!

- Tudo bem, relaxa!... O banheiro é logo ali!

E fomos passando pelo corredor, em direção ao banheiro.

- Sabia que sempre fui fissurado em você?!... Não podia dar bandeira neh!

- Tua mulher também é linda, Riquinho! Tu é casado, lembra?!

- Sou casado mas não sou capado! Me dá só um beijo! Só pra matar a vontade!

-Não podemos...

Ignorando o que eu disse, o safado foi me encurralando contra a parede do corredor. Dessa vez, me olhou nos olhos e me beijou delicadamente. Tudo que eu queria. Ahhh! Me desmanchei em seus braços, em seus lábios carnudos e macios. Ele me pegou de jeito. Que sarro gostoso! Seu pau duro, ainda debaixo da bermuda, apertou minha xoxota e me encheu de tesão.

Aos poucos ele me desenrolou da toalha e a jogou no chão. Fiquei nua em pelo e se afastando um pouco, me olhou de cima a baixo e pediu que eu desse aquela famosa voltinha. Riquinho ficou admirando meu corpo, minha xoxotinha depilada no estilo asa delta.

- Minha nossa! Tu é linda demais!

Quem resiste?!... Depois dessa, deixei rolar aquele roça roça por um bom tempo. Ele me chupava do pescoço aos seios enquanto se encurvava todo pra esfregar seu pau na minha xoxota. O moreno gostoso ficou louco mamando meus peitinhos durinhos. Sua boca macia, molhada chupando meus mamilos, ora um, ora outro foi maravilhoso. Ele me deixou de xoxota latejando.

O tesão estava aumentando pra nós dois. Estávamos num transe erótico de excitação. Provoquei ainda mais as sensações de Riquinho deslizando minhas mãos por seu corpo até chegar em seu cacete. Apalpei, apertei aquele mastro rijo sob a bermuda antes de tirá-lo para fora. Retribui suas carícias e fui me abaixando até me ajoelhar, sempre chupando, deslizando a língua em seu pescoço, peitoral, seus mamilos, os gominhos do tanquinho, o ventre... Que homem perfeito! Eu o chupei inteiro sem me cansar por longos minutos.

Até que arranquei sua bermuda e saltou um pau enorme duro como uma rocha na minha cara. Era um pau amarronzado, com veias salientes, grande e grosso. A cabeça avermelhada pronta pra receber uma chupada caprichada.

Antes de abocanhar aquela pica a segurei com as duas mãos e massageei bem devagar, olhando pra ele com carinha de cachorra. Louco por uma mamada, o bonitão tarado segurou minha cabeça e forçou sua pica na minha boca. Passei a língua bem molhada, em toda a glande, fui beijando aos poucos até engolir a cabeça e sugá-la por inteiro num ritmo bem lento, enquanto que uma de minhas mãos tocavam delicadamente as bolas a outra punhetava.

Ele ficou muito excitado e gemia alto. Homem escandaloso, que gostoso! Que tesão que me deu vê-lo sentindo o tesão que eu lhe causava. Aumentei o ritmo da mamada. A respiração do moreno safado se tornou ofegante e de repente, um jato de porra quente inundou minha boca. Eu chupava tudo freneticamente e sem parar até a última gota.

-Ahhh!! Que isso heim!? Menina que boquinha é essa!? Delícia!

-Vem Rico, vamos pro meu quarto! Quero saber o poder da sua linguinha!

Na minha cama, Rico me colocou de quatro e apreciou meu bumbum arrebitado e empinado pra ele. Em uma das nádegas, desferiu um tapa bem dado, bem espalmado, levei um susto. “Bunda boa de bater”! Ouvi. Em seguida, enfiou a cara na minha bunda e lambeu meu cuzinho enquanto deslizava os dedos na minha bucetinha. Minha nossa! Como ela estava molhada, inchada e latejando!

Fui chupada deliciosamente como cachorrinha no cio. Rico sabia realmente como deixar uma mulher ensandecida de prazer. Como aquela língua nervosa trabalhava bem! A chupada foi tão perfeita que não contive minha gozada, meus gemidos. O clímax de minha excitação veio forte de dentro de minhas entranhas e gozei muito, gozei gostoso na boca do tarado. 

Minha buceta estava tão babada que escorria pelas minha coxas. Rico, sem demora, colocou seu pau na minha bucetinha e pincelou meu grelinho ainda sensível da primeira gozada. Passou o pau bem molhado no meu cuzinho e depois encaixou na entrada de minha bucetinha e foi enfiando aos poucos.

Minha xoxota apertada espremia o pau grosso que a invadia. Um atrito perfeito, que me matou de tanto tesão, até arrepiei sentindo entrar! Rico iniciou um vai e vem bem devagar até seu pau entrar todo e eu ficar completamente preenchida.

Então, ele socou com pressão. As estocadas foram violentas, minha nossa! Eu já estava quase gozando de novo. Meu grelinho estava sensível da primeira gozada e eu o esfregava freneticamente enquanto Riquinho metia com vontade na minha xoxota.

Pra aumentar ainda mais meu tesão, Riquinho que já tinha lambuzado bastante meu anelzinho de meu mel, massageou e enfiou aquele dedo grosso inteiro no meu cuzinho. Vi até estrelas quando ele metia na minha buceta seu cacete e o dedo no meu cuzinho.

Meus gemidos ficaram exaltados, minha respiração rápida e minha xoxota pela segunda vez pulsou forte como um coração acelerado. Contraia descontrolada, como se não fosse mais parar. Delicioso demais! Gozei como um homem, muito, muito forte.

Rico sentindo minha bucetinha contrair em seu pau, não resistiu e gozou na mesma hora. Só ouvi os gritinhos dele e minha bucetinha sendo inundada por esperma quente.

Que gozada foi aquela! Caímos os dois na cama, um sobre o outro. Riquinho pesava sobre mim, exausto.

Dessa vez o escândalo do condomínio foi lá em casa!

Apressado, reco vestiu sua bermuda e correu pro seu apartamento, Sabrina estava por chegar a qualquer momento. Mas antes de sair Rico disse que eu tinha passado no teste e que eu me preparasse que na próxima eu seria o brinquedinho do casal.